Depois de deixar as malas no hotel, comece sem pressa pela Plaza Independencia, o coração do centro de Mendoza. Reserve cerca de uma hora para caminhar entre as fontes, pérgolas e áreas arborizadas; no fim da tarde, a praça ganha um movimento agradável de moradores, famílias e artistas. A partir da região central, tudo é facilmente acessível a pé, e a ampla Avenida Sarmiento é boa para continuar o passeio. Não conte com muitos museus ou lojas abertos até tarde no domingo, mas a praça e seus arredores funcionam bem como primeiro contato com a cidade.
De táxi ou aplicativo, siga para o Parque General San Martín — cerca de 10 a 15 minutos, dependendo do trânsito — e caminhe pelos jardins e avenidas arborizadas. O parque é grande, então não tente percorrê-lo inteiro: concentre-se nos trechos mais bonitos próximos aos portões e ao lago, deixando aproximadamente uma hora e meia para o passeio. Em seguida, suba de carro até o Cerro de la Gloria, dentro do próprio parque, chegando cerca de uma hora antes do pôr do sol. O acesso final é por estrada sinuosa, e o estacionamento costuma ser mais simples antes do horário dourado; leve água e calçados confortáveis. Do monumento, a vista se abre para a cidade e, em dias limpos, para a Cordilheira dos Andes. À noite, evite descer caminhando: prefira retornar de carro ou reservar um táxi para a espera.
Volte ao centro para jantar no Azafrán, uma escolha especial para a primeira noite, com cozinha argentina contemporânea e ambiente acolhedor para casal. A refeição costuma durar de uma hora e meia a duas horas, com estimativa de US$ 35–60 por pessoa, sem contar uma eventual harmonização de vinhos; os valores em pesos podem variar bastante com o câmbio. Faça reserva com antecedência, especialmente por ser período de festas de fim de ano, e confirme o horário de funcionamento e o menu de 27 de dezembro diretamente com o restaurante. Depois, o retorno ao hotel é simples a pé se estiverem hospedados no centro; caso contrário, use táxi ou aplicativo.
Saia de Mendoza por volta das 8h com motorista particular ou carro alugado pela RP15/RN40; conte 30–45 minutos até Luján de Cuyo e até uma hora para chegar a Agrelo. A primeira parada é a Bodega Norton, em Perdriel, onde a visita guiada e a degustação duram cerca de duas horas. Reserve antecipadamente — especialmente entre o Natal e o Ano-Novo — e confirme o horário, pois as experiências costumam começar em faixas fixas. Um motorista é a melhor escolha para o casal: além de evitar dirigir após as degustações, ele facilita os deslocamentos entre propriedades rurais.
No fim da manhã, siga poucos minutos até a Bodega Carmelo Patti, uma visita bem mais íntima e artesanal, sem a escala das grandes vinícolas. A degustação leva aproximadamente 1h30; converse com o produtor e não tenha pressa, pois este é justamente o tipo de lugar em que o ritmo faz parte da experiência. Depois, continue de carro em direção a Agrelo para o almoço na Bodega Ruca Malén. A refeição harmonizada entre os vinhedos ocupa cerca de duas horas e custa aproximadamente US$ 50–90 por pessoa; confirme o menu e a disponibilidade ao reservar.
Após o almoço, permaneça em Agrelo e visite a Bodega Catena Zapata, famosa tanto pelos vinhos quanto pela arquitetura inspirada em templos maias. A degustação e o percurso guiado duram cerca de duas horas. Como os horários são rigorosos e a região tem estradas rurais com pouca oferta de transporte, deixe o motorista aguardando ou combine previamente todos os horários. Para referência, um traslado privado pelo dia costuma ficar em torno de ARS 25.000–60.000, enquanto o aluguel de carro pode custar ARS 45.000–90.000, sem incluir combustível e pedágios; os valores variam bastante com o câmbio e a temporada.
No retorno a Mendoza, faça uma última parada na Plaza de Chacras de Coria, em Chacras de Coria, antes de voltar ao hotel. Reserve cerca de uma hora para caminhar tranquilamente pela praça e pelas ruas arborizadas do centro, observando as casas baixas, lojinhas e bares. É um bom encerramento depois de um dia intenso de degustações; se ainda quiser comer algo leve, verifique os cafés e restaurantes ao redor da praça, mas não conte com todos abertos em horários de transição. O retorno até o centro de Mendoza leva aproximadamente 20–30 minutos, dependendo do trânsito.
Saia de Luján de Cuyo por volta das 8h, com motorista particular ou carro alugado, seguindo pela Ruta Nacional 7 em direção à Cordilheira. A primeira parada é Potrerillos, cerca de 45–60 minutos depois: reserve uma hora para fotografar o lago, a represa e as montanhas refletidas na água. O vento costuma ser forte, mesmo no verão, então leve uma camada leve e água; não conte com muitos serviços ao redor do lago. Depois, continue pela estrada até Cacheuta, onde o cânion da Pré-Cordilheira fica especialmente bonito no fim da manhã. Com cerca de 1h30, vocês podem caminhar pelos arredores e fazer uma pausa termal em um complexo local — é melhor reservar antes, sobretudo entre o Natal e o Ano-Novo. A entrada dos parques termais varia bastante, mas espere algo em torno de US$ 25–50 por pessoa, conforme o setor e o tipo de acesso.
De Cacheuta, sigam pela RN7 até Uspallata, normalmente em 45–60 minutos. Chegando perto do meio-dia, deixem o carro no centro e almocem sem pressa em uma parrilla ou restaurante regional da Avenida Las Heras; procurem cortes de carne, empanadas mendocinas e pratos com truta. Um almoço costuma ficar em torno de US$ 15–30 por pessoa, sem contar vinho. Depois, caminhem pelo pequeno centro e sigam até o Cerro de los Siete Colores, um mirante de acesso curto onde as formações avermelhadas e ocres contrastam com os picos secos ao redor. Reserve cerca de 45 minutos e evite subir correndo: a altitude já passa dos 2.000 metros, e o sol de dezembro é intenso.
Se o motorista confirmar que ainda há tempo e que a estrada está aberta, continuem pela RN7 até o Puente del Inca, aproximadamente 70 km além de Uspallata. A formação geológica amarela, atravessada pelo rio e cercada pelas montanhas, merece cerca de uma hora; permaneçam nas áreas sinalizadas, pois o terreno é instável e o acesso direto à ponte é restrito. O último trecho até o Cristo Redentor de los Andes só deve ser feito se a estrada estiver oficialmente aberta, sem neve ou gelo, e com previsão meteorológica estável: o caminho é estreito, sobe rapidamente e pode levar cerca de 1h30 entre ida, parada e retorno. No verão, ainda assim, levem casaco, protetor solar e água. Se houver qualquer dúvida, terminem o dia no Puente del Inca e retornem a Uspallata antes do anoitecer; as distâncias são grandes, o sinal de celular é irregular e não há iluminação contínua na RN7.
Depois de concluir a chegada e retirar o ou encontrar o traslado, deixe as malas no hotel e faça um almoço leve antes de explorar. O ponto de partida é o Centro Cívico de Bariloche, na área central, às margens do Lago Nahuel Huapi: reserve cerca de uma hora para admirar os edifícios de pedra e madeira, ver as esculturas e caminhar pelo calçadão. A região é compacta e fácil de percorrer a pé; do centro, praticamente tudo fica a poucos minutos de caminhada. Se estiver de carro, prefira deixar o veículo em um estacionamento pago, pois as vagas de rua são disputadas, especialmente no fim do ano.
Siga a pé até o Museo del Chocolate Havanna, geralmente uma caminhada de 10 a 15 minutos pelas ruas do centro. A visita dura cerca de uma hora e combina uma explicação descontraída sobre a produção de chocolate com degustação — uma boa pausa depois do voo. Confirme os horários e o valor do ingresso no dia, pois podem mudar na alta temporada; conte aproximadamente ARS 8.000–15.000 por pessoa, além do que quiser comprar na loja. Como Bariloche fica muito movimentada entre o Natal e o Ano-Novo, vale reservar o jantar e verificar antecipadamente o horário do teleférico do Cerro Otto, que pode operar com espera ou sofrer alterações por vento.
Do centro, vá de carro ou táxi até a base do Cerro Otto; o trajeto leva cerca de 20 a 30 minutos, dependendo do trânsito. Reserve duas horas para a subida de teleférico, a contemplação das vistas e uma caminhada curta na parte alta. O fim da tarde costuma oferecer uma luz bonita sobre o Lago Nahuel Huapi, mas leve casaco mesmo no verão: o vento no alto é bem mais frio. Os ingressos costumam ficar na faixa de ARS 25.000–40.000 por pessoa, e é prudente comprar com antecedência ou chegar antes do horário desejado, especialmente em dezembro.
Retorne ao centro para jantar no Almazen de Sabores, uma escolha agradável para a primeira noite, com cozinha patagônica contemporânea e ambiente acolhedor. Calcule cerca de US$25–45 por pessoa, sem bebidas; faça reserva, pois o período entre o Ano-Novo e as férias de verão é bastante concorrido. Depois do jantar, aproveitem para caminhar sem pressa pelas ruas centrais e provar algum chocolate artesanal — mas não tentem encaixar outra atração: depois de um dia de viagem, o melhor de Bariloche é começar a desacelerar e guardar energia para os lagos dos dias seguintes.
Comece cedo, por volta das 8h, com carro alugado, motorista ou excursão para fazer o Circuito Chico, saindo do centro pela Avenida Bustillo e acompanhando a margem do Lago Nahuel Huapi. O circuito completo leva cerca de três horas, sem contar paradas; como hoje é Réveillon, vale sair antes das 8h30 para evitar trânsito e garantir tempo no embarque. Há mirantes e pequenos recuos ao longo da rota, mas respeite as áreas sinalizadas e não deixe objetos no carro. No caminho, pare no Cerro Campanario: o teleférico costuma operar aproximadamente das 9h às 17h30–18h, sujeito a vento, e a subida leva poucos minutos até um dos panoramas mais bonitos dos lagos. Reserve cerca de 1h30, incluindo fila e caminhada pelos mirantes; o ingresso é cobrado à parte e pode sofrer reajustes sazonais.
Depois do Cerro Campanario, siga pela mesma rota até Puerto Pañuelo, na área de Llao Llao, calculando 15–20 minutos de carro. Chegue pelo menos 30 minutos antes do horário indicado no bilhete: os passeios de barco têm embarque organizado e não costumam esperar atrasados. A excursão para Isla Victoria e Bosque de Arrayanes dura aproximadamente cinco a seis horas, com navegação pelo Lago Nahuel Huapi, tempo para caminhar na ilha e trilhas entre os arrayanes. Leve documento, água, protetor solar, casaco corta-vento e algum lanche; o clima muda rapidamente, mesmo no verão. Confirme antecipadamente o horário da saída, o valor da taxa de embarque e se o passeio inclui traslado, pois no Réveillon a procura é alta e os serviços podem operar com programação especial.
Ao retornar, volte ao centro e jante no Manush, uma opção descontraída para cervejas artesanais, hambúrgueres, carnes e pratos generosos, geralmente na faixa de US$15–30 por pessoa, sem contar bebidas. Reserve com antecedência — especialmente para 31 de dezembro — e confirme o horário de funcionamento e o menu de Réveillon, que pode substituir o cardápio normal. Entre Puerto Pañuelo e o centro, conte cerca de 30–40 minutos de carro em condições normais, mas reserve bem mais tempo hoje por causa do trânsito e das possíveis restrições; se beber, prefira táxi ou aplicativo e combine a volta antes de sair.
Saia do centro de Bariloche por volta das 8h30, de carro alugado, táxi ou remis, em direção à Colonia Suiza. O trajeto leva cerca de 40–50 minutos pela Avenida Bustillo e o Circuito Chico; em alta temporada, vá cedo para encontrar estacionamento com mais facilidade. Caminhe sem pressa pelas ruas da aldeia, entre casas de madeira, ateliês e barracas de artesanato. Reserve aproximadamente duas horas — o comércio costuma começar a ganhar movimento entre 10h e 11h, e alguns estabelecimentos podem operar com horários reduzidos em 1º de janeiro.
De lá, siga poucos minutos até o Lago Moreno, uma das paradas mais bonitas do circuito. Dedique cerca de uma hora à margem do lago, procurando um trecho tranquilo para apreciar a água, as montanhas e as pequenas praias. Leve água, protetor solar e uma canga: mesmo no verão, o vento pode mudar rapidamente, e a sombra é limitada.
Continue pelo Circuito Chico até a Cervejaria Patagonia, onde vale reservar cerca de duas horas para almoçar com calma. O salão e os espaços externos têm vista ampla para a paisagem, e a carta reúne cervejas locais e pratos de inspiração patagônica. Calcule aproximadamente US$20–35 por pessoa, sem contar transporte; como é uma degustação, o ideal é ir de remis, táxi ou com motorista. Confirme a reserva e o horário de funcionamento antes de sair, especialmente por ser feriado de Ano-Novo.
Depois do almoço, retorne pela Avenida Bustillo em direção à Playa Bonita, a cerca de 15–25 minutos, dependendo do trânsito. Passe aproximadamente uma hora e meia junto ao Lago Nahuel Huapi, aproveitando para caminhar pela margem ou simplesmente descansar; a praia é de pedrinhas, então calçados confortáveis ajudam. No fim da tarde, volte ao centro para conhecer a Galería del Sol, na Calle Mitre, tradicional para comprar chocolates, lembranças e peças de artesanato. Reserve uma hora e verifique o horário especial de feriado — muitas lojas fecham mais cedo em 1º de janeiro.
Comece pela Catedral Nuestra Señora del Nahuel Huapi, no centro, de preferência entre 9h e 10h, quando a visita costuma ser mais tranquila. A igreja de pedra fica próxima à margem do lago e merece cerca de 45 minutos, incluindo uma olhada nos vitrais e na arquitetura neogótica. Depois, siga a pé pela Costanera de Bariloche, acompanhando o Lago Nahuel Huapi por aproximadamente uma hora; é uma boa despedida da cidade, com bancos, pequenas enseadas e vistas abertas para as montanhas. O trecho é fácil, mas venta bastante — mesmo no verão, leve uma camada leve.
Volte ao Centro Cívico para visitar o Museo de la Patagonia, instalado no próprio conjunto histórico. Reserve cerca de uma hora e meia para as salas sobre povos originários, exploração da Patagônia, fauna e formação dos parques nacionais; confirme o horário de funcionamento na véspera, pois pode haver ajustes no início de janeiro, e considere uma entrada na faixa de US$ 3–8 por pessoa. Depois, caminhe alguns minutos até a Rapa Nui para almoçar algo leve ou fazer uma pausa para sobremesa. Os chocolates e sorvetes são a escolha óbvia, e o gasto costuma ficar em torno de US$ 10–20 por pessoa; no verão, é comum haver fila, mas ela anda relativamente rápido.
À tarde, vá de remis ou carro até a Reserva Natural Urbana Laguna El Trébol, na direção oeste de Bariloche; conte cerca de 30–40 minutos desde o centro, dependendo do trânsito da alta temporada. A reserva oferece uma caminhada curta e plana ao redor da lagoa, ideal para encerrar a viagem sem outra excursão longa — reserve aproximadamente uma hora e meia. Leve água, repelente e calçado confortável, e não conte com muitos serviços no local. Para voltar, prefira sair antes do fim do dia, quando o trânsito nas avenidas de acesso começa a ficar mais lento; um remis previamente combinado é mais prático do que depender de transporte público na volta.
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